Sobre a tag: eu nunca…

por Jackson S de Jesus

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Em resposta (já bem distante no tempo…) ao desafio do blog Universo Inconsequente, abaixo minhas respostas a tag: eu nunca… Gostaria de dizer que não desafio nenhum outro blog a participar da brincadeira, para evitar o constrangimento de não ver as resposta em vida (como quase aconteceu com o querido blog que me fez este convite, rs); mas sintam-se a vontade para também responderem, ou comentarem. Espero que gostem…

Eu nunca usei…

… drogas ilícitas, mas já fiz uso abusivo de cerveja e uso tóxico de chocolate (e confesso, sem remorsos).

Eu nunca fui…

… desleal, apesar de ser membro assíduo do clube da mentira, com reuniões esporádicas todas quartas-feiras a noite. Também nunca fui contra nem a favor, muito pelo contrário…

Eu comi…

… sabão de coco (sem acentos) em barra, e achei excelente para parecer com o Hulk (ficar verde) e vomitar com estilo (bolhas).

Eu nunca viajei…

… até a lua, sem de algum modo não retornar com meus lençóis molhados (o espaço parece sempre gelado, exceto quando era atingido por algum vento solar, aí acordava todo suado).

Eu nunca tive interesse…

… em física quântica, até imaginar o universo a partir da teoria de cordas (o universo pode ser música… me apaixonei).

Eu nunca ganhei…

… um tapa na cara, apesar de, eventualmente, já ter realmente merecido (e milagrosamente me esquivado) de alguns.

Eu nunca falei…

… palavrão em público. Puta merda, sou um cara educado p’ra carvalho!

Eu nunca soltei…

… puns barulhentos (sempre aguardo o intervalo de tempo entre um trovão e outro), e certamente nunca confessaria tal delito (hoje é quarta-feira?).

Sou muito…

… chato, porque geralmente tenho que explicar minhas tentativas fracassadas de piadas (como algumas destas, por exemplo).

Não suporto…

… sacos bolhas, eles revelam minha ansiedade (insanidade).

Eu nunca…

… falo bobagens, exceto quando estou acordado.

Eu já…

… tirei insetos voadores de minhas refeições e continuei comendo como se nada houvesse acontecido (secretamente estava de luto).

Quando criança…

… dizem que certa vez, eu comi uma dúzia inteira de bananas (sozinho), mas é claro que quando me acusam disso (a depender a pessoa a quem me dirijo), alego alternadamente: pura inocência, persuasão por meu amigo invisível, cumplicidade por outro amigo virtual, ou apenas total esquecimento.

Eu morro de medo de…

… acordar sozinho no mundo, mas acredito que Freud bolou uma explicação (para mim ainda desconhecida) razoável para isso.

Neste exato momento…

… a depender de qual universo estamos nos referindo (ver teoria de cordas), devo estar em casa revisando este texto.

Eu sempre gostei de…

… dias chuvosos (e cinzas), contraditoriamente eles me alegram (e de quebra ainda trazem os trovões).

Se eu pudesse…

… eu aprenderia as principais línguas literárias do mundo, só para ler sem auxilio de google “traidor” (não que eu deteste o google tradutor, mas algumas de suas traduções [traições]…).

Fico feliz quando…

… vejo uma criança (qualquer uma em qualquer lugar), elas me fazem pensar em renovação, me dão esperança, me parecem Deus dizendo: humanidade, acredito em você.

Se eu pudesse voltar no tempo…

… iria até o dia em que vi o mar pela primeira vez, para relembrar a sensação de parada cardíaca seguida de ausência de gravidade (e rever o arco-íris de nuvens)…

Adoro…

… o mar, profundamente; (fisicamente finito, mas aparentemente interminável).

Quero muito…

… ser feliz e viver em paz, de preferência em boa companhia (R…).

Eu preciso…

… de Deus, e ainda que de vez em quando eu esqueça deste fato, tenho certeza qu’Ele nunca esquece disso (acredito que em relação a nenhum de nós).

Não gosto…

… de dinheiro, por isso gasto rapidamente o pouco que consigo e tento viver dependendo o mínimo dele (difícil, mas não tão impossível)…

PS. Nunca diga nunca. Porque na teoria, não existe diferença entre teoria e prática, na pratica existe… Autor desconhecido.

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